Diversidade e inclusão: projetos que multiplicam possibilidades

01/03/2019

A Atvos acredita que a única forma de nos preparamos para o amanhã é fazendo a diferença hoje. Por isso, trabalha em busca de um mundo mais justo e inclusivo e investe em projetos que transformam a vida dos moradores das comunidades onde está inserida.

 

Desenvolvido em Mineiros (GO), por meio do Programa Energia Social, o projeto “Mais sentido aos jardins” exemplifica a atuação da empresa nesta direção. Em 2013, o primeiro jardim sensorial do estado de Goiás foi construído, visando oferecer à APAE (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) da cidade um espaço didático, psicopedagógico e terapêutico, além de proporcionar aos seus alunos a oportunidade de vivenciar acessibilidade, educação ambiental e percepção baseada na proposta de estímulo aos cinco sentidos.

 

Ana Neri, professora da associação, conta como o projeto auxilia as pessoas que necessitam: “O jardim sensorial proporciona aos alunos a sensação de se redescobrirem. Pisar, tocar, pegar e sentir são ações simples para a maioria, mas, para os nossos alunos, representam conquistas. A cada nova atividade que realizamos no espaço, percebemos uma evolução significativa na vida de cada um deles. Foi por meio desse projeto que pudemos trabalhar todas as datas que a rede regular de educação trabalha, só que respeitando a possibilidade de aprendizado individual”, destaca.

 

Com 756,58 m² de extensão, o jardim é um ambiente socializador, que atende alunos e comunidade. “Estou há 35 anos na cidade e hoje sinto um orgulho imenso em falar que a escola possui um espaço tão diferenciado e único, que auxilia no conhecimento e desenvolvimento de todos”, completa Ana.

 

A professora ainda conta como a iniciativa funciona na prática e como as atividades diárias são realizadas. “Molhamos as plantas do jardim todos os dias. Algumas vezes, replantamos mudas. Os alunos possuem um carinho excepcional por aquele espaço e tratam as plantações com um cuidado que é lindo de ver. Eles trazem espécies que têm em casa, comparam umas com as outras e demonstram interesse pela natureza.  Algumas mães me contam que quando seus filhos chegam em casa em um dia quente e veem as plantas expostas no quintal, prontamente se prestam a regar e garantir que aquelas vidas continuem saudáveis”, finaliza a professora.

 

A cidade de Alto Taquari (MT) também recebeu de braços abertos um projeto dedicado a pessoas com deficiência. A Associação Pestalozzi, organização sem fins lucrativos, de caráter cultural, educacional, de assistência social, médica e de reabilitação, teve sua sede reformada e adequada pelo programa Energia Social. O objetivo da ação foi ampliar e aprimorar o atendimento de crianças, jovens e adultos, com faixa etária entre 2 a 30 anos, que possuem deficiência mental, auditiva, visual, física, síndromes, paralisia cerebral, autismo ou necessidades educativas especiais. O local, que antes não conseguia atender ao público demandante em tempo integral, ampliou o número de famílias que puderam usufruir dos serviços prestados pela Pestalozzi.

 

Já no Mato Grosso do Sul, o programa de desenvolvimento local marcou presença em Costa Rica. Na APAE da cidade, uma nova sala de fisioterapia foi construída e o número de pessoas atendidas ampliado. Roney Hauck Rodrigues, presidente da entidade, conta como a mudança impactou. “No nosso refeitório, por exemplo, onde oferecemos aos alunos café da manhã, almoço, lanche da tarde e jantar, tivemos todo o mobiliário cedido pela Atvos. A sala de fisioterapia, embora tivesse bons equipamentos, tinha um espaço muito pequeno. Depois do projeto do Energia Social, nós construímos uma sala de 50 m², onde o profissional pode atender até quatro alunos ao mesmo tempo”, declara.

 

Incluir, para a Atvos, é agir. É identificar oportunidades de desenvolvimento, contribuir para a melhoria da autoestima e qualidade de vida das pessoas.